...Apenas mais um desabafo...
Como intitulo este texto, essas tais relações são extremamente antagônicas, avessas e deveras exaustivas, seja com seus familiares, ambiente de trabalho, seja com amigos, seja com seus(suas) companheiras...enfim, o ser humano está fadado à essas Relações Interpessoais e suas ambiguidades, inerentes ou não, é!
Somos responsáveis, consciente ou não, pelo sucesso ou estagnação das mesmas, mas quando decidimos entrar "no olho do furacão" e resolver todos os problemas que estão a nossa volta, saiba, que a Lei de Murphy não é nada comparada com as invariáveis resultantes deste evento e que por mais que tenhamos o controle de nossa vida e/ou erroneamente nos achamos auto suficientes, saiba que estamos tratando com Seres humanos da raça Homo Sapiens que devo admitir ser a raça mais incompreendida e qualquer outro adjetivo que falta a este mero escriba que já habitou esta Terra... Somos um amontoado de átomos e células, "lactobacilos vomitados sonhando espermatozóides que não são", abusando da sorte e de todo e qualquer recurso que a Terra deve doar, jogando com pessoas e situações, em busca de um Olimpo de areia, vivendo no lodo, bebericando glórias em suas vidas de mazelas...
Sei que é um tanto quanto desconexo todos estes pensamentos, mas não exigo dos Srs. compreensão alguma, apenas a reflexão, pois nem eu mesmo me compreendo, quanto mais os Srs., apenas leia e reflita e saibam que de alguma forma este é dedicado à todos nós!
Não sou um missionário que prega a Teoria das Cordas e/ou toda e qualquer explicação para o tudo, apenas uma justificativa para o que acontece em nossas vidas todos os dias e que não nos damos ao trabalho de analisar e mensurar nossas perdas e imposturas. Estas Notas de um Observador vem para somar na justificativa que se você errou, saiba que há uma consequencia, se você acertou, há uma conseqüência, não há o talvez, há apenas o sim e o não, 50/50, não o meio termo, a diplomacia não cabe aqui! Ninguém fica "meio grávida", "meio morto" ou qualquer outro "meio"; Apenas uma decisão com duas escolhas...Adágio!
Justificativas à parte, é um pensamento um tanto quanto cético de uma pessoa que a vida foi cética, sádica e ditadora, durante anos vivi em um paradoxo existencial, com terrorismo psicológicos e com a única certeza que eu seria um nada em um universo de puras possibilidades, e quando decido tomar as rédias de minha vida, sou obrigado por questão de sobrevivência, provar para os outros e para eu mesmo que Yes, I Can! Não devemos provar nada para ninguém, mas a sociedade exige e se não o fizer, Game Over! Infelizmente, sobreviver com nossos próprios princípios e ideais é um suicídio, é pedir para ser excluído de uma sociedade interesseira...
Por hora, é isso, no país onde as putas gozam, sigo aqui pingando meu colírio para que minhas lentes de buenos dias não sequem!
Até...
A Poesia Prevalece!
É, pensamentos confusos e meio pessimistas também...
ResponderExcluirDe qualquer forma, você tentou dar uma justificativa ao que, na verdade, quase ninguém liga. Pois acredito que as pessoas já têm que pensar em justificativas menos filosóficas - mas não menos importantes - para muitas coisas na vida. Não querem pensar que fazendo x, vão perder y ou z vai ficar difícil de alcançar. Querem pensar que x é o que precisam, o que querem, ou o que dá pra fazer. Vão procurar as respostas reconfortantes, pois se forem procurar as justificativas para o que fazem da sua própria vida num contexto geral... Bem, elas vão chegar na sua conclusão pessimista, porém realista: tudo tem seu preço, não adianta espernear; as coisas acontecem por algum motivo ou nenhum, e independente de qualquer coisa, vão acontecer e o que você tem que fazer é: basicamente escolher agir ou estagnar, e que entre estas duas escolhas, há inúmeras possibilidades, e nessas inúmeras possibilidades há a chance de você se sentir fracassado ou se sentir vitorioso - lembrando que se sentir fracassado/vitorioso é diferente de ser um fracassado/vitorioso, ainda mais que o Homo Sapiens tem uma tendência a ficar insatisfeito e, dessa forma, sentir que fracassou em algo.
Justificativas são boas, muito úteis aliás... Mas podem haver vezes que preferir não tê-las é preferir não sofrer.
Diria que só faltou uma pitada de otimismo no seu texto.