
...Santos, 09 de Agosto (de Deus) de 2010...
Todo sujeito é livre para conjugar o verbo que quiser, seja ele direto ou indireto, sem que prejudique com predicados o objeto em questão. Somos postos todos os dias em presentes situações que nos remetem ao pretérito mais que imperfeito, crases e vírgulas nos separam da beleza de uma contradição.
Pontos e exclamações bebericadas em onomatopéias alusivas de rimas e poesias - que sempre há de prevalecer!- Fonemas agudos e abstratos soam na concretização de nossos ditongos por intermédio de hiatos singulares, sonhando pluralidades que não são!
Mesmo com nossas oxitonas passivas e ativas, sempre há alguém nos dizendo que não estamos revisando nossa magramática corretamente. Esta que nos poe nos opostos invariáveis de intransigências inúteis e descabidas com as passaradas dos dias...
Apenas com tudo, por hora e não obstante, deixo aqui apenas notas de um observador!
A poesia prevalece!!!
PS: EU TE AMO!!!
Lindo texto!
ResponderExcluirInteressante brincar com o meio que a poesia usa para se expressar.
ResponderExcluirPega o português, e não só organiza - ou desorganiza - as palavras dele, formando a poesia, mas sim todos os seus contextos e regras são usados para erguê-la.
Parece até que isso seria um tipo de analogia a possibilidade de transcender os limites, e até brincar com eles. Deixando implícito que com paixão consegue-se ultrapassar o comum, e ser algo a mais. Ser a diferença que se deseja ser.
Gostei.